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Data: 27.02.2018 Fonte: Nave

Projeto de segurança integra todas as tecnologias

Quando se pensa em projeto de segurança logo vem em mente câmeras, guaritas e alarmes. Mas hoje o envolvimento de uma empresa da área de segurança pode ir muito mais além. A Squadra – Gestão de Riscos unificou todas as tecnologias para o novo campus da Unisinos em Porto Alegre. O trabalho, que começou ainda no suporte ao projeto arquitetônico, contou com a elaboração de projetos estratégicos e técnicos de segurança, gerenciamento e implantação de soluções em automação predial, cabeamento estruturado, cftv e controle de acessos.

“A primeira etapa do trabalho teve início em 2012 onde atuamos com a equipe de arquitetos e engenheiros definindo todas as premissas relacionadas a segurança do campus”, explica Leandro Longhi, diretor da Squadra. O especialista em segurança reforça sobre a importância desta etapa, em que foi definido a parte mais complexa do projeto.

Em conjunto com a equipe de projeto foram definidas as melhores formas no uso da edificação, como o tipo de fechamento das áreas de uso comum x controlado (por exemplo, a parte do shopping x prédio de ensino). Também foi resolvida a divisão do prédio de ensino, do estacionamento, do espaço Unisinos e da passarela que atravessa a Nilo Peçanha, além de outros itens, bem como a definição das salas técnicas, guaritas.

Após foram selecionadas as ferramentas destinadas a segurança, como sistema de monitoramento por câmeras, sistema de controle de acesso, alarme de coação e etc.

O projeto, contratado pela própria universidade foi finalizado em 2013 mas, em 2016 a Squadra voltou a ser chamada, pela construtora responsável, a Engenhosul. O novo trabalho envolveu execução dos projetos segurança, automação predial e cabeamento estruturado da edificação.

“Nossa primeira atividade foi a compatibilização dos projetos, uma vez que essas três disciplinas são totalmente interligadas”, explica Sidnei Maciel, diretor técnico da Squadra. De acordo com ele, foram mais de três meses trabalhando exclusivamente nesta compatibilização. “Nosso objetivo era preencher todas as lacunas desta execução, com atenção total a automação, uma vez que esta controla praticamente o prédio inteiro”, completa.
Na concepção foram usados 75 mil metros de cabos, 172 câmeras de vídeo IP, 81 pontos de medição de energia, controle de acesso para 60 mil usuários e automação de todas as salas de aulas.

Hoje, quando um professor agenda uma aula no local, essa informação vai para o sistema de automação, que automaticamente liga o ar condicionado e iluminação da sala no horário agendado, bem como desliga quando do horário final. “O sistema tem como principal objetivo evitar o desperdício de energia, pois controlar um complexo com mais de 20 mil m² manualmente seria impossível”, aponta Maciel.

Ainda dentro da automação, todos os itens mais críticos do prédio são supervisionados. Desde a temperatura do transformador de energia, passando pelo estado dos disjuntores até o nível de reservatório de água são monitorados. Os elevadores, sistema de incêndio, lojas, iluminação, climatização e alarmes fazem parte da automação, que são aproximadamente 2.500 itens. “O prédio da Unisinos é o que temos de mais complexo e tecnológico em Porto Alegre hoje”, afirma o diretor técnico.

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